O Zoológico de Luján, em Buenos Aires, Argentina, é um dos mais populares do pais. A maioria das pessoas vão em busca de registrar selfies com os animais.

Muito conhecido na Argentina, o grande problema está nos métodos de dopagem utilizado  pelo zoológico, para que seus visitantes acariciem e tirem “selfies” dos tigres, leões, elefantes, entre outros bichos.

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A triste história dos animais drogados para "tirar selfie"
A triste história dos animais drogados para “tirar selfie”
Desde 1994, este zoológico é privado, ele não tem ajuda do governo. Segundo a jornalista francesa Jeanne Pouget, no zoológico, os animais parecem “mortos vivos”, enquanto a revista francesa Paris Match descreve o local como “um inferno”
A triste história dos animais drogados para "tirar selfie"
A triste história dos animais drogados para “tirar selfie”
Há várias petições circulando nas redes sociais, uma delas foi criada pela organização Animalista Independiente Argentina, eles afirmam que não é normal, os animais dormirem por mais de oito horas.
“É um segredo aberto que os animais são dopados. Exigimos que se investigue o que acontece nesse zoológico, aplicando a lei, que o acesso das pessoas às gaiolas seja fechado e que os animais sejam colocados em santuários”.
Por outra parte, a equipe do zoológico falou em uma entrevista para Infobae que não dopam, e nem usam sedativos em tigres e leões. “Nunca nasceram num ambiente selvagem. Eles viveram toda a vida em cativeiro, então eles não têm uma condição selvagem”. Em seu site, o zoológico informa que está aberto todos os dias, e convidam seus seguidores nas redes sociais a denunciar a comercialização de animais ilegais.

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